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Encontro-me aqui, no sentido das palavras, nu de ilusões, vestido de emoções. Encontro-me assim rodeado de mim mesmo em pequenas filigranas de entrelaçados fios que são aqueles que cozem o meu dia a dia sem ti. Detalhes que me completam mas não me fazem feliz, deixam-me preso a um lugar, deixam-me livre mas sem poder voar.
Perco-me aqui, em sonhos que já não são os meus mas que eu teimo em os usar como desculpa para não te esquecer, como se fosses a minha ultima paragem e nada mais se seguisse há minha frente. Perco-me assim rodeado de lembranças de ti, de momentos que os últimos dias teem vindo a acentuar.
Pergunto-me porque corro assim para ti quando sinto que não vale a pena e que só me vou magoar ainda mais, porquê que o meu desejo de te ter se sobrepõe a tudo o que me fazes sofrer. Fico mais confuso quando me pedes que te estenda a mão e depois a largas e desapareces outra vez. Não entendo a razão de não ver o que está a minha frente e iludir-me em miragens que eu próprio construo no meu inconsciente.
Deixo-me aqui no sentido das palavras que me guiam para o amanha sem saber o que me espera, deixo-me assim só e inquieto por não te ter comigo, por não seres o meu final nem eu o teu começo.
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Um comentário:
Olá meu amigo, estou de volta!
Vim saber como estás... Está difícil esquecer, né?
Lembre-se sempre que devemos amar a nós próprios, em primeiro lugar... Espero que você consiga, muita força meu amigo, muita força!
Beijo grande!!
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