quarta-feira, 15 de abril de 2009
As flores que te dei...

Amor,
Podia contar aqui todas as vezes que te ofereci flores,lembro-me de todas e não foram poucas, sempre foi uma das muitas coisas que gostei de fazer para te agradar. Foi sempre diferente, momentos unicos que vou guardar para sempre comigo.
De todas as vezes o sentimento era o mesmo, uma força interior que não me largava, que me impelia a tas oferecer.
Quantas vezes acordaste com um ramo de flores ao teu lado? Quantas vezes na rua te surpreendia com flores?
Aquela vez no café que te disse que tinha de ir à farmácia num instante mas na verdade fui pedir a uma velhota que vendia flores na rua para te ir entregar o ramo mais bonito que ela ali tivesse..., mas só depois de eu ter voltado, 10m depois. Bem me lembro da tua cara quando ela chegou ao pé de ti com as flores na mão. Nem querias acreditar que eram para ti pois nem tinhas percebido como eu tinha feito aquilo. Nunca me vou esquecer do abraço que me deste a seguir. Ainda hoje sinto o aperto dos teus braços a minha volta, o calor da tua boca quando ao ouvido me disseste que me amavas.
Lembro-me de chegar a casa de manhã, acordar-te com o cheiro das flores, na cama, lançavas sempre aquele sorriso maroto, como que de quem estivesse à minha espera há horas mas com a certeza de que quando eu chegasse iria ser com as flores que mais do que as palavras mostravam o quanto és importante para mim.
Foram tantas as vezes em tantas situações distintas mas que nunca perderam o verdadeiro significado por trás do acto em si. O amor que nos unia e a vontade que tinhamos de estar um com o outro.
As flores que te dei foram todas compradas pelo meu amor por ti, foram oferecidas para te mostrar que o que eu sinto é o mais puro possivel, sem querer nem pedir nada em troca, incondicional.
Podia contar aqui todas as vezes que te ofereci flores,lembro-me de todas e não foram poucas, sempre foi uma das muitas coisas que gostei de fazer para te agradar. Foi sempre diferente, momentos unicos que vou guardar para sempre comigo.
De todas as vezes o sentimento era o mesmo, uma força interior que não me largava, que me impelia a tas oferecer.
Quantas vezes acordaste com um ramo de flores ao teu lado? Quantas vezes na rua te surpreendia com flores?
Aquela vez no café que te disse que tinha de ir à farmácia num instante mas na verdade fui pedir a uma velhota que vendia flores na rua para te ir entregar o ramo mais bonito que ela ali tivesse..., mas só depois de eu ter voltado, 10m depois. Bem me lembro da tua cara quando ela chegou ao pé de ti com as flores na mão. Nem querias acreditar que eram para ti pois nem tinhas percebido como eu tinha feito aquilo. Nunca me vou esquecer do abraço que me deste a seguir. Ainda hoje sinto o aperto dos teus braços a minha volta, o calor da tua boca quando ao ouvido me disseste que me amavas.
Lembro-me de chegar a casa de manhã, acordar-te com o cheiro das flores, na cama, lançavas sempre aquele sorriso maroto, como que de quem estivesse à minha espera há horas mas com a certeza de que quando eu chegasse iria ser com as flores que mais do que as palavras mostravam o quanto és importante para mim.
Foram tantas as vezes em tantas situações distintas mas que nunca perderam o verdadeiro significado por trás do acto em si. O amor que nos unia e a vontade que tinhamos de estar um com o outro.
As flores que te dei foram todas compradas pelo meu amor por ti, foram oferecidas para te mostrar que o que eu sinto é o mais puro possivel, sem querer nem pedir nada em troca, incondicional.
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