Por onde ando, o que faço, quem eu sou? São perguntas que nem mesmo eu sei responder.
Não importa onde cheguei, nem me importa para onde vou, perdi esse interesse, essa vontade.
É tão dificil fazer-me entender a mim mesmo que tenho de ter forças, de lutar, de voltar a sorrir e de viver.
Olho para o ontem e vejo que a minha vida não passa de uma história triste, cheia de armadilhas, de falsas promessas e sonhos perdidos.
É tão fácil desistir..., deixar andar, ficar para amanhã ou para depois. Foi o que fiz quando sai de tua casa, Desisti..., não por não querer mais, não por não acreditar, não por não te amar, mas sim por não ter mais forças, mais capacidade de te fazer ver, de te fazer querer.
Mas para mim está tudo menos a ser fácil, tudo me custa, tudo me escapa, tudo se me resvala pelas mãos e foge de mim. Como tu o fizeste, sem me dares um ultimo olhar, sem quereres aquele abraço.
Procuro respostas e soluções, navégo, googlo, escrevo, apágo, esborráto. Tudo o que me vem a cabeça, nada me vem a cabeça. Parece que compraste o meu cérebro e te mudaste para lá, não sais de lá nem que eu te expulse, dizes que é teu e que la vais ficar para sempre, a viver na minha cabeça e agarrada ao meu coração. Merda...
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2 comentários:
Obrigada pelo comentário ,)
À pessoas que de facto nos prendem de uma forma tão intensa que não somos capazes de fugir aquele triste sentimento de dependência.
:)
Apesar de tudo é bom saber que há pessoas que sentem o mesmo que tu, que afinal não estamos tão sózinhos como pensamos nem como nos sentimos.
Tenho aprendido isso em alguns blogs que tenho lido, inclusive o teu.
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